Tenho inveja da segurança dos retardatários. A descontração de chegar ao trabalho com as tarefas já distribuídas, só ter para comer o que já foi rejeitado, sentar no lugar que mais ninguém quer, apostar no único treze que sobrou, encarar a censura de quem nos espera, arriscar dar com a porta já encerrada, não é para mim.