Sete dias de criação, sete pecados mortais, sete virtudes cardeais, sete sacramentos, sete maravilhas do mundo
Sete vidas do gato, sete anões da Branca de Neve, sete anos estuda-se em Hogwarts
Sete noites por cada fase na lua dos firmamentos primitivos
De várias vidas de sete anos, faz-se longa uma vida
Sete, catorze, vinte e um, vinte oito, trinta e cinco
Quarenta e dois, quarenta e nove, cinquenta e seis, sessenta e três, etenta, setenta e sete, oitenta e quatro, noventa e um, noventa e oito…
Sete primeiros por casa, com a mãe, cão, pai, irmão, na ordem infantil dos primeiros amores
Mais sete anos de escola, amigos, medos, desafios e excitações. Exames, castigos, barulho, corridas e encontrões
Aos vinte e um, o destino é nosso, tudo podemos. Somos imortais. Queima-se fitas com bebedeiras. Riscos, tudo certezas
O quarto ciclo, o do vigor e responsabilidades dos vintes. Primeiro trabalho. Segura-se o passado, assegura-se o futuro
Os trinta e cinco são do topo, da experiência e maturidade. Já não se corre o campo todo, gere-se tempos e entradas
Aos quarenta e dois, os primeiros cansaços. Falhas, rugas e brancas. Dúvidas, a passagem, se ficar, se partir
Quarenta e nove de sete vidas já cumpridas. O corpo já não é o mesmo, parece outro. Definitivamente a segunda metade
Do resto, fico a contar o que me deixares, sempre de sete em sete