La Grande Bellezza


Jep Gambardella é um escritor e jornalista frustrado que decide voltar a escrever, numa Roma extravagante, bela, superficial e decadente.

Jep reflete sobre a vida e vazio existencial das festas, relacionamentos fúteis, hedonismo, superficialidade de pessoas que não lhe trazem felicidade. Questiona a sua existência e sente necessidade de explorar algo mais autêntico, profundo e significativo. Decide voltar a escrever, redescobrir a paixão pela literatura, explorar a criatividade, expressar ideias e reflexões por meio da escrita.

Estou muito longe da sofisticada alta sociedade romana, mas percebi a caricatura do mimetismo social, da idolatria televisiva, dos heróis de cartolina, sucessos fátuos de ruído e excitação induzida, que nos rodeia na política, cultura ou desporto.

A ambiguidade e a subjetividade são fundamentais no filme. O destino de Jep Gambardella fica em aberto, convidando-nos a refletir sobre o real significado e grandeza da vida.

E o que seria a nossa vida sem ambiguidade e subjectividade?
Uma seca.

(Obrigado MJR)

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