“Quando escrevo não sou descritivo, nem crítico, muito menos autobiográfico. Imagino saídas onde não existiam e imponho barreiras nas passagens por onde avancei, decisões que podia ter tomado ou que seriam tomadas por outro que estivesse no meu lugar. O resultado é uma realidade alternativa que esteve muito perto de acontecer, ou talvez não.”
(JP)