Era uma jóia de pessoa mas fazia tudo errado. Não eram coisas graves, nem era por mal, também não era incompetência social, eram meros erros de avaliação. Confiava em quem não devia, desconfiava do que saísse da rotina, embarcava em faróis, encantava-se com coisas simples, ignorava oportunidades. Foi-lhe custando caro, isolou-se, lamentava-se com os próximos que lhe sobravam, culpava a má sorte e a injustiça do mundo, mas continuou sempre a errar nas pequenas decisões.