Sofia.1

Todos os dias, ao passar das sete horas, sentia o focinho húmido de B no seu braço. Mesmo que estivesse acordada, deixava-o satisfazer o despertar, recompensado com afago apreciado com mimo.D era o primeiro a querer sair, junto à porta. Sério, sem olhar diretamente, orgulhosamente dissimulado.A era o mais fiel e monótono. Sentado, grande, olhava-aContinue reading “Sofia.1”

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